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Webinar: Conheça a plataforma de marketplace Shopee e tire as suas dúvidas

Neste Webinar você irá conhecer melhor a plataforma Shopee e entender como ela pode aumentar suas vendas no varejo online:

• Quem é a Shopee
• Diferenciais e Serviços
• Posicionamento/Marketing
• Campanhas

Baixar o PDF da apresentação

Apresentador:

  • Fernando Mansano.

Conheça nossos convidados para este bate-papo:

  • André Wining – Shopee BR;
  • Lucas Nascimento – Shopee BR;
  • Marcela Feliciano – Shopee BR.

PERGUNTAS REALIZADAS VIA CHAT DURANTE A TRANSMISSÃO E RESPONDIDAS NO VÍDEO:

Fabricio Scalon
– Bom dia! É possível ter mais de uma conta na Shopee? Por exemplo, tenho duas empresas em CNPJ diferentes. Posso criar uma conta para cara empresa?

Danilo Freitas
– É possível fazer um crossborder “inverso”? Do brasil para a Ásia?

Alexandro Silva
– Como faço pra criar uma conta na China e enviar produtos direto da China para clientes no Brasil?

Gisele Marcondes
– Bom dia. Meu nome é Gisele. Trabalho com artigos esportivos voltados para o tiro esportivo e tive vários anuncios banidos. Vcs pensam em ampliar essa área para concorrer com o Mercado Livre? Porque hoje é um grande mercado que não esta sendo atendido pela Shopee, inclusive já fiz até um contato “dando” essa dica.

Ana Paula Rodrigues
– @LucasNascimento liberaram etiqueta de transporte para impressão direto pelo Bling?

Leandro Carniato
– A integração com Tray e Anymarket já tem alguma previsão de sair?

Renan Martins
– Como vcs trabalham em relação aos anuncios?

Renan Martins
– Os vendedores, fazem um anuncio apenas de cada produto ou é tipo Mercado Livre? (meu ramo é auto peças)

Maurício Freitas Silva
– Qual é o procedimento para bloquear um produto falsificado?

Maurício Freitas Silva
– Como montar uma campanha especial para a venda de um produto específico na home?

Sueli Amaral
– Vcs tem previsão pra usar transportadora, pq a maioria de nossos itens tem mais de 1mts

Wesley Patrick
– Por que não consigo cadastrar um número de celular ou cartão de crédito já cadastrado em outra conta, pessoa física.? obrigado

Ana Paula Rodrigues
– @Marcela eu vendo item com brinde e sem brinde e ontem quando cadastrei com brinde foi excluido

Fernando Mansano
– PF vende no Shopee? Como é combatida a informalidade (até de PJ)?
– A taxa é 5% normal ou ainda é uma taxa promocional para em breve chegar na taxa a ser praticada? E tem essa informação de qual será a taxa e se tem diferenciação por segmentos.

Marketplace de soluções inovadoras conecta o mundo das startups e das empresas

Marketplace de soluções inovadoras conecta o mundo das startups e das empresas
Marketplace de soluções inovadoras conecta o mundo das startups e das empresas

O surto da Covid-19 impulsionou ainda mais a digitalização das empresas, que aumentaram a demanda de serviços especializados de tecnologia para se adaptar ao cenário econômico atual.

De acordo com uma pesquisa global Outlook 2020, realizada pela consultoria KPMG, 67% dos executivos ouvidos afirmaram que a digitalização das operações tiveram avanços que colocaram o negócio meses e até anos à frente do que eles esperavam.

Nesse mesmo cenário de pandemia, os e-commerces fortaleceram ainda mais suas operações, despontando como um dos segmentos que mais cresceram no período para atender as necessidades da nova realidade global.

Assim, o comércio online, que já era uma realidade com grande potencial no país, mudou de cara com o “fique em casa”. Produtos e serviços passaram a ter as telas como vitrine e o consumidor descobriu a praticidade e a comodidade de comprar online e receber em casa.

De acordo com dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), entre abril e setembro de 2020 (segundo e terceiro trimestres), 11,5 milhões de pessoas fizeram sua primeira compra online. A associação também registrou mais de 150 mil novas lojas online no período.

Porém, muito mais do que apenas criar uma experiência de possibilidade de compras online, os líderes e gestores e-commerce precisam ir além e aplicar inovações para não ficar para trás nesse cenário competitivo. O setor precisa mostrar musculatura e lançar mão de soluções para tornar a experiência da compra online mais prática para o cliente, além de ser rentável e lucrativa.

Um e-commerce, mil possibilidades de inovar

Com o aumento do volume de pedidos, viu-se, por exemplo, a necessidade de ter plataformas mais robustas e aplicativos mobile que permitam uma experiência de compra de maneira prática e na palma da mão, com  acesso rápido e personalizado.  De acordo com a pesquisa “Panorama Mobile Time I Opinion Box”, de fevereiro de 2020, 83% dos consumidores brasileiros usam aplicativo para fazer compras.

Assim, por falar em personalização e automatização de atendimento, a Inteligência Artificial (IA), para muitos uma realidade distante, mostrou-se uma tendência de inovação essencial para melhorar o desempenho de tarefas e ajudar os profissionais de gestão a mapear processos do e-commerce.

Entre eles, uma ferramenta que não pode ser deixada de lado é o chatbot. Ao interagir em um chat de loja de roupas, por exemplo, ou ao comprar um sapato, muitas vezes você estará dialogando com um chatbot que usa inteligência artificial para direcionar você para as páginas certas do site e resolver suas dúvidas sozinho.

E, não é à toa que as empresas têm um maior interesse em um chatbot para WhatsApp. O maior mensageiro do mundo reserva infinitas possibilidades aos e-commerces. Segundo a mesma pesquisa “Panorama Mobile Time I Opinion Box”, 1 bilhão de pessoas usam o Whatsapp todos os dias. Além disso, 93% dos brasileiros com Whatsapp usam o aplicativo diariamente, e 48% dos consumidores se sentem seguros ao comprar pelo app.

Assim, a IA permite às empresas solucionar problemas com agilidade e antecipar futuras compras. Além disso, com o chatbot também é possível:

  • Gerenciar as etapas do funil de vendas;
  • Realizar rápido atendimento, melhorando o índice de satisfação dos clientes;
  • Coletar dados sobre o mercado;
  • Captar e qualificar leads;
  • Fazer a nutrição de contatos.

Outro aliado dos e-commerces é o Google Analytics, que permite mapear a jornada de navegação do cliente, além de medir, entre outros parâmetros, o impacto dos seus esforços de marketing e o tráfego da loja. Assim, é possível otimizar estratégias publicitárias, elementos de layout e a exposição dos produtos.

Como aliado do Google Analytics, temos o SEO para acompanhar as evoluções dos algoritmos e mudanças na forma de buscar conteúdos e produtos na internet. Um dos maiores objetivos dos gestores de e-commerce é que sua página esteja entre as primeiras sugestões do Google em uma busca orgânica. Para que isso aconteça — e a página esteja sempre em destaque —, é preciso bastante trabalho e atualização, além de uma boa plataforma de ecommerce. Assim, o SEO reúne técnicas e práticas para melhorar o site para aumentar as possibilidades de novos visitantes e vendas.

Na mesma linha para quem deseja um e-commerce de sucesso está o uso de marketing digital para desenvolver estratégias nos canais digitais. Utilizando blogs, sites, mídias sociais, e-mail, SEO e diversas estratégias, o marketing digital foca em solucionar as dores e encontrar potenciais clientes, sempre almejando a venda.

Ao investir em anúncios patrocinados, por exemplo, é possível não só aumentar o número de visitantes do e-commerce, mas também captar novos leads, segmentar o público, aumentar a conversão, fazer relacionamento e  aproximar o cliente da marca.

Essas e outras implementações visam deixar o e-commerce mais personalizado, com menor tempo de espera e melhor experiência para cliente.

E-commerce e inovação tecnológica: Como aplicar

Diante dessa busca diária por inovação, viu-se também o crescimento de parcerias e implementações de soluções tecnológicas de startups. E, foi pensando nesse ambiente desafiador que nasceu a Deeper, o primeiro marketplace de soluções inovadoras, que vem com o propósito de conectar o mundo das startups e das empresas de forma estruturada e dinâmica, impulsionando a transformação digital.

Por meio de uma metodologia própria e exclusiva, a Deeper Boost, a empresa atua como uma facilitadora em todo o processo de inovação, desde o  levantamento da necessidade de cada corporação até a adoção de soluções estratégicas, apoiando os líderes do setor corporativo e de startups.

Como funciona

A Deeper seleciona startups que utilizam tecnologias baseadas nas Top tendências de renomadas referências do mercado, como a consultoria Gartner, para, assim, apresentar soluções para os mais diversos desafios da inovação.

Dessa maneira, os serviços oferecidas pelo market place beneficiam as empresas rumo à inovação, tendo como resultado, entre outras ações:

  • Transformação digital;
  • Ganho de produtividade;
  • Melhoria da experiência do cliente;
  • Otimização de custos;
  • Infraestrutura de dados;
  • Novas oportunidades de negócios.

 

Para implementar essas e outras soluções inovadoras, além de otimizar e aperfeiçoar o seu e-commerce, agende uma assessoria gratuita com a Deeper.

 

Vamos conversar?

https://deeperinova.com/

(11) 4858-8066
contato@deeperinova.com

Tudo o que você precisa saber (resumidamente) sobre Acessibilidade Digital para E-commerce

Acessibilidade Digital para E-commerce
Acessibilidade Digital para E-commerce

“Quando perdemos o direito de ser diferentes, perdemos o privilégio de ser livres.”

Essa frase foi dita por Charles Evans Hughes, ele era um advogado e político norte americano que nasceu em 1862, ou seja, a frase foi dita em contexto totalmente diferente, mas cabe muito bem aqui quando falamos de acessibilidade digital. Em uma matéria da revista Galileu de outubro de 2019, veja aqui, fala que na época só 1% dos sites eram acessíveis a todas as pessoas entre 24 milhões de portais da época – e provavelmente melhoramos bem pouco este cenário e, quando vamos para e-commerces, ainda pior.. Para termos a ideia de quão grave é, é só pensarmos em ter cem restaurantes e só ter como opção um único, porque só ele aceita você e está preparado para te receber! Difícil né?

Entendido! Vamos mudar? Acessibilidade Digital não é um bicho de sete cabeças e vou te contar! (Quase) Ninguém quer saber como implementar e todas as vezes que se ouve falar sobre isso, ouve que os projetos são caríssimos! Não deixa de ser verdade, mas vamos colocar aqui, uma forma fácil de você deixar seu site um pouco mais acessível, que tal? Um passo de cada vez.

Vamos começar logo com um propósito: porque você precisa ter um e-commerce acessível? De antemão te conto que além de incluir mais pessoas, ainda te ajuda em um outro montão de coisas:

O que eu ganho tendo um site acessível?

  • Fortalecimento de Marca. Convenhamos, acessibilidade é um assunto que cada vez mais ganha palco (Graças a Deus e aos militantes), então ter uma empresa (apesar de ser lei) que já se antecipa em questões como essa? Sensacional!
  • Melhoria de performance e UX, criando vantagem competitiva. Se só sua empresa se preocupa com o assunto de todos os seus concorrentes, você já sai na frente.
  • Um público novo! Estamos falando de mais de 45 milhões de pessoas, veja os números abaixo.
  • Fidelização, a nossa tão sonhada fidelização agora com um plus de experiência;
  • Maior visibilidade em buscadores como Google, Bing etc., Você sabia que se usar as melhores práticas de Acessibilidade Digital, automaticamente, você melhora em SEO?
  • Aumento de compatibilidade com todos os dispositivos, plataformas, sistemas e navegadores.

É lei! Assim como o LGPD, a LBI é uma lei. Entenda.

A Lei Brasileira da Inclusão foi sancionada em 2015 (Lei nº 13.146 – sancionada em 6 de julho de 2015) pela então presidente Dilma Rousseff. A lei tem como relatora a nossa atual senadora Mara Gabrilli, que se você não a conhece, pode acessar o site dela e conhecer um pouco mais. Além de uma política, ela tem formação em psicologia e também foi a primeira mulher com deficiência a posar nua. Por que essa informação é relevante? Porque simplesmente garantir que pessoas com deficiência tenham acesso a todos os aspectos da vida é além de necessário, primordial à sociedade.

Assim como LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) influenciou muito em 2019 em mudanças significativas de como encaramos nossos e-commerces, logo mais a LBI virá com força, afinal estamos falando de 45 milhões de brasileiros segundo o último CENSO de 2010, IBGE. E mais ou menos 1 bilhão de pessoas com deficiência no mundo, segundo dados da ONU (2011).

O que é a Lei Brasileira de Inclusão?

Entrou em vigor a Lei Brasileira de Inclusão (LBI), também chamada de Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015), que afirmou a autonomia e a capacidade desses cidadãos para exercerem atos da vida civil em condições de igualdade com as demais pessoas.

A LBI nada mais é que a lei que garante os direitos das pessoas com deficiência no Brasil e, que incluem a acessibilidade digital que prevê que os sites precisam estar preparados para todas as pessoas acessarem qualquer site dentro do território nacional.

Gráfico porcentagem da população por tipo e grau de dificuldade e deficiência - Brasil 2010

O que é Acessibilidade Digital?

Bom, aqui neste artigo, clique aqui,  publicado no E-commerce Brasil, falo um pouco mais sobre os conceitos da acessibilidade digital. E para entender mais sobre a LBI, você pode consultar mais aqui no link, que te leva a um arquivo em PDF, no site da Mara Gabrilli com uma cópia da LBI.

Para um site ser acessível, ele precisa seguir algumas premissas, que vamos listar, mas para que você já possa testar já, que tal?

Este é um dos sites: https://asesweb.governoeletronico.gov.br/

Ou então você pode indicar seu site e pedir para o Movimento Web Para Todos fazer uma breve análise. Segue o site: https://mwpt.com.br/. Eles indicarão as mudanças necessárias que você precisa fazer na sua plataforma.

Como deixar seu site mais acessível?

O propósito de uma ótima Experiência de Usuário (UX) é que ela seja igualmente utilizável para qualquer pessoa, considerando suas limitações físicas e cognitivas. Não tem nada mais organizado e fácil do que esse conteúdo: https://guia-wcag.com/. #dicadeouro

WCAG são diretrizes e recomendações organizadas e mantidas pelo W3C que fundamentam a construção de conteúdos digitais com qualidade e acessíveis a qualquer pessoa independentemente de sua deficiência e/ou habilidade.

Lá você tem 78 critérios que são classificados em três níveis: A, AA e AAA (que é o mais completo). Mas para facilitar, você precisa olhar três aspectos, mas vou citar um de cada que é bem simples e os mais dramáticos:

  • Usabilidade

O usuário sempre deve ter opções e formas diferentes para acessar ou localizar um determinado conteúdo.

Exemplo: um mesmo conteúdo pode ser acessado por um menu de navegação e também um campo de busca no site.

A ordem de leitura e a navegação pelos componentes em tela deve fazer sentido para o usuário. Nota: a ordem estrutural dos componentes visíveis em tela deve ser a mesma ao se reproduzir o conteúdo através de um leitor de telas.

  • Conteúdo

Componentes de interface (exemplo: botões) e imagens essenciais para o entendimento do conteúdo devem ter uma relação de contraste entre primeiro e segundo plano de ao menos 3:1.

Outro ponto importantíssimo e que muitas marcas erram: Não use “x”, “@” ou “E”, como exemplo: todxs, tod@s ou todes, para substituir marcadores de gênero em uma palavra. Prefira uma linguagem neutra, seguindo a norma padrão da língua portuguesa, mas evitando marcações de gênero desnecessárias. No caso de todos: todos e todas.

  • Imagem

Todo conteúdo “não textual” deve trazer uma alternativa em texto para identificar o conteúdo. Nota: a não ser que o conteúdo seja apenas decorativo ou represente uma das exceções descritas do critério completo (captcha e imagens de teste, inclusive).

 

Espero que todas as dicas tenham ajudado. Bóra, tornar o e-commerce mais inclusivo? Conto com você.