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5 passos para aumentar o tráfego orgânico

VEJA AQUI ALGUNS PASSOS PARA CONSEGUIR AUMENTAR O TRÁFEGO ORGÂNICO

Não existe nenhuma fórmula mágica. Para conseguir bons resultados você precisará trabalhar duro, e mudar algumas coisas em seu conteúdo para torná-lo de fato otimizado nos mecanismo de pesquisa como o Google. Separamos a seguir alguns passos que poderão ajudar você a encontrar o Segredo do Tráfego Orgânico, aumentando assim o sucesso do seu e-commerce.

1 – Descubra a palavra-chave:

A primeira coisa que você precisa fazer é descobrir quais são as palavras-chaves e os termos mais procurados pelos seus clientes quando acessam a internet.

Rastreando isso, você passará a inserir esses termos em seus artigos e textos, o que fará com que eles conquistem um posicionamento mais interessante no rankeamento do Google.

Imagine que nesse exato momento, milhares de pessoas estão conectadas fazendo buscas na internet. Se você souber quais são as palavras mais buscadas pelo seu público-alvo, automaticamente saberá qual é o assunto mais popular, e como trabalhá-lo em seu site.

Para conseguir isso, você pode usar uma ferramenta como o Google Adwords, que tem campos voltados justamente para o rastreamento das palavras e termos mais procurados na internet.

2 – Palavra-Chave de cauda longa:

Esse é um assunto que tem chamado cada vez mais a atenção de quem deseja desvendar o segredo do tráfego orgânico. As palavras-chaves de cauda longa são termos que conseguem segmentar melhor a busca.

É como se você afunilasse as buscas, fazendo assim com que o seu blog seja encontrado por pessoas com interesse em um nicho específico, no caso, o seu.

Embora seja muito importante usar as palavras-chaves mais populares, elas também podem estar saturadas. Quando um internauta digita, por exemplo, “como ganhar dinheiro na internet”, ele recebe um número estrondoso de resultados.

Isso significa que essa é uma palavra boa, porque muita gente busca, mas também faz com que a concorrência seja quase impossível de conter, pois são milhões de sites pelo mundo apostando na mesma Keywords.

Então, para se destacar, e tornar a busca mais específica para o seu público, conheça as palavras-chaves de cauda longa que podem ser aplicadas ao seu serviço.

Dessa forma, você pode até não obter um volume muito alto de tráfego usando essas palavras mais segmentadas, mas com certeza conseguirá encontrar um público mais assertivo.

3 – Aposte em títulos poderosos:

Você pode por tudo a perder se não se preocupar em fazer títulos realmente atraentes em seus textos. É importantíssimo que você aprenda a escrever títulos que chamem a atenção do público.

Lembre-se que ao mesmo tempo que você, milhões de pessoas estão publicando coisas na internet. É um local com um excesso de informações absurdo, e por isso é tão difícil se destacar.

Quando você consegue atrair os leitores pelo título, já tem uma grande vantagem contra seus concorrentes. Por isso, crie títulos instigantes, claros e objetivos.

Para conseguir escrever títulos vencedores, você automaticamente precisa seguir o nosso próximo passo.

4 – Conheça muito bem o seu público-alvo:

Nada poderá ser feito com maestria se você não conhecer muito bem as pessoas com as quais está dialogando. Somente conhecendo muito bem o seu público-alvo é que você conseguirá saber quais são os conteúdos – e os títulos – que são realmente atraentes para ele.

É conhecendo o seu público que você vai definir também qual é a melhor linguagem a ser utilizada com ele. Se você tem uma audiência prioritariamente jovem, pode pensar em usar uma linguagem mais descolada, se trabalha com empresários, deve apostar em termos mais voltados para o mundo dos negócios e etc.

Parecem dicas óbvias, mas a verdade é que são detalhes que podem comprometer completamente os seus esforços em aumentar o tráfego orgânico.

5 – Google Keywords Planner:

Esse é mais um método eficaz para descobrir as palavras que podem ser usadas para apostar em Marketing de Conteúdo, e ajudar você a potencializar os seus posts.

Café, networking e troca de experiências: A receita do sucesso!

Em meio a um mercado extremamente competitivo no comércio eletrônico, apresenta-se com um grande desafio o conhecimento e a experiência necessária para otimizar a performance e os resultados das lojas virtuais.

Temos carência de mão-de-obra qualificada em todos os segmentos, mas principalmente para os canais de vendas online, lojas virtuais, marketplaces, mobile, entre outros. Temos diversos meios de capacitação teórica, de artigos, e-books e cursos técnicos de curta duração, até pós-graduações, mestrados entre outros… Mas o que devemos nos atentar é a troca de experiência contínua e o networking.

Na minha evolução profissional fiz diversos cursos e assisti várias palestras, mas julgo que um peso enorme para atingir um grau avançado no comércio eletrônico foi através de muito café, bate-papo, ouvir casos de sucesso, dicas e aconselhamentos. Isso não tem preço. Encurta o caminho para o sucesso e evita alguns “tropeços” pelo caminho.

Foi com essa finalidade que surgiu o 1º Comitê de Líderes de E-commerce do país, o comEcomm. Idealizei esse projeto para ajudar outros lojistas a se desenvolverem e crescerem, tanto na visão empreendedora como no operacional.

Hoje o projeto é um sucesso e alguns dos trabalhos realizados podem ser conferidos aqui no site do comEcomm e na nossa fan page do facebook.

A prática jurídica como aliada das lojas virtuais

A prática jurídica como aliada das lojas virtuais
A prática jurídica como aliada das lojas virtuais

O avanço da tecnologia e as inovações no mundo digital, somados à necessidade de reinventar e expandir o negócio, têm levado os empreendedores a buscar no e-commerce uma alternativa para aumento das vendas e posicionamento da empresa em uma nova plataforma.

Em contraposição às lojas físicas, o comércio eletrônico tem se mostrado extremamente positivo, sobretudo por não haver limitação de horário de funcionamento, desnecessidade de empregados destacados para o atendimento, gerando economia com despesas operacionais e encargos trabalhistas.

Além disso, a padronização de atendimento e a maior abrangência do público alvo fazem do e-commerce um caminho sem volta para as vendas no âmbito mundial. Só no Brasil, as vendas via comércio eletrônico ultrapassaram os R$ 47 bilhões de reais em 2017, segundo análise do Ebit[1].

Por outro lado, existe um fator de extrema importância que deve ser observado pelos empreendedores na implementação e manutenção da sua loja virtual: o risco jurídico.

Além dos problemas operacionais inerentes ao comércio eletrônico, à exemplo de logística e sistemas, as empresas se deparam com diversas reclamações e ações envolvendo seus consumidores que tiveram ou alegam ter tido algum problema com suas compras.

No âmbito dos negócios B2C (business to consumer) o Código de Defesa do Consumidor se mostra extremamente protecionista ao consumidor, enquanto nas relações B2B (business to business) é possível destacar os contratos de marketplace que se apresentam protecionistas para as empresas que oferecem espaço em seus sites (vitrines) e são regidos pelo Código Civil.

Importante destacar, também, o Decreto Lei 7.962/2013 que implementou regras a serem observadas na contratação no comércio eletrônico e o recente Projeto de Lei Geral de Proteção de Dados que trará novas e rígidas regras para o uso de dados dos usuários. Cada norma deve ser analisada especificamente para cada negócio, buscando uma aplicação prática e eficaz perante a empresa e usuários.

Dentre as diversas ações possíveis para minimizar os riscos jurídicos o adequado treinamento dos responsáveis para lidar com as primeiras reclamações pós-vendas se mostra importante na solução do problema, seja para evitar que a reclamação se converta em ação ou para que a condução do atendimento evite danos à imagem da loja virtual. Saber como documentar e registrar todos os passos do atendimento pode ser a diferença entre a vitória e a derrota na justiça.

Além disso, com a possibilidade de venda em todo o Brasil, as reclamações e ações judiciais podem surgir de qualquer cidade brasileira. Na maioria dos casos, as ações são propostas nos Juizados Especiais Cíveis que possuem regramentos próprios de prazos e intimações. Com isso, a implementação de boas práticas jurídicas e a utilização de sistemas para antecipação de conhecimento dos processos judiciais são essenciais para mitigar os riscos da ação e evitar perda de prazos.

Portanto, quando se trata de comércio eletrônico, as boas práticas jurídicas preventivas e contenciosas devem ser aliadas da loja virtual, não só para evitar dissabores econômicos no negócio, mas também para auxiliar na reputação da empresa, fator essencial para o desenvolvimento de suas atividades.

[1]Empresa responsável por medir a reputação e gerar dados relacionados ao comércio eletrônico (https://www.ebit.com.br).