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Pesquisa mapeia os hábitos de compra on-line na região de Franca

Pesquisa mapeia os hábitos de compra on-line na região de Franca

A iniciativa é do ComEcomm em parceria com ACIF, Sindifranca, Polo Francano de Tecnologia, Sebrae, E-commerce Brasil e ABComm.

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Desde 2010, o e-commerce cresce, no Brasil, acima de 10% a cada ano. Particularmente, no biênio 2020-2021, em razão da pandemia de covid-19, intensifica-se o processo de transformação do consumo no país. Tais pontos aparecem na Pesquisa de Comportamento E-consumidor Franca e Região, iniciativa empreendida pelo Comitê de Líderes de E-commerce (ComEcomm), com apoio da Associação do Comércio e Indústria de Franca (ACIF), do Sindicato da Indústria de Calçados de Franca (Sindifranca), do Polo Francano de Tecnologia, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), do E-commerce Brasil e da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

Realizada de 1º de maio a 15 de junho de 2021, a pesquisa engloba as cidades que compõem a Região Administrativa de Franca (SP), com acesso à internet. Dos dados levantados, ressalta-se que a maioria dos respondentes, 88,1%, fazem compras virtualmente. Já quem não tem esse hábito apresenta, como justificativa principal, a preferência por ir até a loja física.

Interessante observar ainda que os compradores acostumados à esfera on-line estão também mais habituados a obterem produtos direto no site dos lojistas – cerca de 85% utilizam esse canal. A aquisição consciente é um traço comum para 92% dos entrevistados: compram apenas quando precisam da mercadoria. Simultaneamente a essa informação, há os dados de que quase metade aproveitam promoções e 19% aproveitam cupons de desconto. 

Chama a atenção o número expressivo de 93% dos respondentes enfatizando que os artigos comprados são para uso/consumo próprio. E, vale salientar, os itens mais procurados são eletrônicos, roupas/calçados e alimentos/bebidas, sem deixar de perceber que categorias ligadas à saúde e à decoração têm um salto significativo após o início do período pandêmico.

Destaque para o comércio local

Verifica-se que os consumidores buscam por produtos em lojas virtuais da região, sendo que 82% dos respondentes efetuam, de fato, compras nesses canais. Esses estabelecimentos on-line chegam ao conhecimento do público, principalmente, via redes sociais e indicação. Entre as qualidades  procuradas estão conveniência, comodidade, economia de tempo, segurança e entrega rápida – características que os lojistas, junto a uma boa divulgação, devem perseguir.

Para acessar os resultados da pesquisa na íntegra, clique aqui.

Palestra – Como criar um planejamento de marketing para sua loja virtual com Diego Pena

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Sobre nosso palestrante
Diego Pena – Sócio Proprietário na Artefato Agência Digital
www.linkedin.com/in/diego-pena-oficial

APRESENTAÇÃO:
Fernando Mansano – Fundador do ComEcomm e Presidente da Unidade Ribeirão Preto.
https://www.linkedin.com/in/fhmansano/

Realização:
ComEcomm – Comitê de Líderes de E-commerce www.comecomm.com.br
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Comércio on-line impulsiona indústrias de calçados em Franca

Comércio on-line impulsiona indústrias de calçados em Franca

Estima-se que 60% a 70% das encomendas despachadas são calçados. Com base nestes dados, apenas nos Correios, por volta de 36 mil pares de sapatos saem do município todos os dias.

Com as restrições impostas pelo combate à covid-19, o comércio precisou, por muito tempo, fechar as portas e proibir a entrada de clientes no interior da loja. As vendas pela internet foram a saída encontrada por muitos empresários do setor calçadista em Franca.

Cortador, frentista e setor administrativo, Lucas Lespinasse Sousa, de 31 anos, atuou em diferentes funções antes de concentrar os esforços nas vendas on-line. Desde 2004 na indústria calçadista e 2012 no mercado digital, o francano vende em média 350 botas texanas por semana nas plataformas Mercado Livre, Magalu, Dafiti e Shopee.

Pai de dois filhos, Lucas consegue sua renda exclusivamente pela internet, além de pagar outros cinco funcionários para ajudar em todos os processos. “O contato com o cliente final aumenta a margem de lucro. A reciprocidade dos clientes é de forma direta. Temos controle sobre nossa produção. Riscos praticamente zero em calotes”, explica.

Devido à paralisação das atividades presenciais durante a pandemia, muitas pessoas perderam o medo da internet e fizeram suas compras pelas plataformas digitais. Katia Garcia Vieira, de 39 anos, aposta neste público. “Creio que o mercado vai crescer muito. As pessoas estão perdendo o medo de comprar pela internet.”

Acostumada com as salas de aula, a professora Katia chega a vender 700 pares – masculino, feminino e infantil – por semana, no Mercado Livre, Magalu, Netshoes e Dafiti. Casada e mãe de dois filhos, a moradora do Jardim Ângela Rosa trabalha há sete anos no mundo digital.

Abandonando as lojas físicas, inúmeras empresas investem exclusivamente no mercado digital. A CalçadoNet atende todo o país 100% on-line pelo site e demais plataformas de vendas – B2W, Amazon, Mercado Livre, Dafiti e Netshoes. Fundada em 2016, a empresa familiar comercializa tênis, sandálias, sapatos sociais, botas, entre outros modelos.

O proprietário Daniel Henrique Mathias, de 28 anos, projeto crescimento para os próximos meses. “A expectativa é excelente. A quantidade de pessoas que compram pela internet aumentou, devido à necessidade imposta pela pandemia. Acredito também que com a reabertura gradual teremos um aumento na demanda”, disse.

ComEcomm
De acordo com levantamento realizado pelo ComEcomm (Comitê de Líderes de E-Commerce), cerca de 60 mil pedidos/dia são enviados das agências do Correios de Franca. Estima-se que 60% a 70% das encomendas despachadas são calçados. Com base nestes dados, apenas nos Correios, por volta de 36 mil pares de sapatos saem do município todos os dias.

Segundo William Israel, presidente do ComEcomm, o mercado digital foi a forma encontrada por muitas pessoas de voltar ao mercado de trabalho. “Muitas pessoas se lançaram no empreendedorismo até por uma questão de necessidade, uma vez que perderam empregos devido às crises recentes e encontraram nas vendas online, uma alternativa não somente de sobrevivência, mas sobretudo de prosperidade”, explica.

William recomenda às pessoas que desejam iniciar neste tipo de comércio que busquem capacitação. “A dica é se capacitar como gestor, procure estar próximo de instituições como Sebrae, que apoiam os empreendedores na fase inicial do negócio, do ComEcomm que auxilia quem deseja entender mais sobre o universo online e de pessoas que já vêm obtendo êxito no setor.”

As vendas on-line movimentam outros setores econômicos da cidade, principalmente, a tecnologia e logística. “É impossível pensar em comércio eletrônico sem associarmos à tecnologia. Franca hoje possuí inúmeras empresas de tecnologia que prestam serviços para lojistas em todo Brasil. São plataformas de e-commerce, ERP, agências de marketing digital, dentre outros que empregam de forma direta milhares de colaboradores, muitos destes com altos valores salarias.”

Sindifranca
“Foi uma estratégia de ‘guerra’ adotada pela grande maioria dos empresários para compensar as perdas de vendas para o varejo, que estava fechado. Era inevitável esse crescimento e não há como negar que as restrições de funcionamento de lojas físicas aceleraram este processo”, disse José Carlos Brigagão, presidente do Sindifranca (Sindicato da Indústria de Calçados de Franca).

Ainda assim, segundo Brigagão, as vendas presenciais continuam respondendo pela maior parcela da arrecadação. “As vendas para o comércio tradicional ainda respondem pela maior parte do faturamento das indústrias.”

O Sindifranca e ComEcomm não possuem um balanço de quantas empresas/empresários realizam vendas de calçados pela internet atualmente.

Fonte: https://gcn.net.br/noticias/421815/franca/2021/07/comercio-on-line-impulsiona-industrias-de-calcados-em-franca

ComEcomm EX: 21/05 - Ribeirão Preto/SP

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